
"A Bombonera estava preparada para uma festa, com fogos de artifício, chuva de papel picado em azul e amarelo, e torcedores de vozes infladas. Era um clima de final e acabou sendo o final. O que ninguém imaginava antes da partida começar era que se tratava da despedida da equipe hegemônica do futebol argentino e americano desde 1998",
Nas bancas de jornal, as manchetes serviam de espelho da surpreendente e precoce eliminação da equipe mais popular da Argentina na Libertadores após perder em casa para o desconhecido Defensor. A sensação, passada por meio das imagens estampadas em cada publicação, era de que o país amanhecia de 'cabeça inchada'. No dia seguinte à derrota em La Bombonera, jornalistas, jogadores, dirigentes e torcedores ainda procuravam explicação para a derrota por 1 a 0 diante dos uruguaios.
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